Por:
Débora Bergamasco, Mário Simas Filho, Sérgio Pardellas
Nos
últimos meses, o ex-presidente Lula foi emparedado pela Lava Jato. Virou réu
três vezes por práticas nada republicanas: obstrução de Justiça, ocultação de
patrimônio — ao omitir um tríplex no Guarujá —, lavagem de dinheiro, corrupção
passiva, organização criminosa e tráfico de influência no BNDES, em razão do esquema
envolvendo a contratação de seu sobrinho Taiguara Rodrigues dos Santos. Ou
seja, já há uma fartura de provas contra o petista, ao contrário do que costuma
alardear sua defesa. Nada, no entanto, pode ser mais categórico e definitivo
como conceito de corrupção, na acepção da palavra, do que o recebimento de
pagamentos de propina em dinheiro vivo. Por isso, o que ISTOÉ revela agora
acrescenta um ingrediente potencialmente devastador para o ex-presidente.

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