
A
direção do Hospital Memorial, referência em ortopedia e traumatologia,
esclarece que não tem qualquer interesse em paralisar o atendimento aos
pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que representam 90% do seu público.
Porém, em razão do atual cenário, o hospital se viu obrigado a reduzir suas
atividades por ter chegado ao seu limite financeiro, a dívida dos órgãos
públicos passa dos R$ 6 milhões.
Os
médicos do Memorial lamentam profundamente a situação por entenderem o
sofrimento dos cidadãos que esperam por cirurgias ortopédicas, cuja fila
ultrapassa as 600 pessoas que aguardam em casa ou nos Hospitais Walfredo
Gurgel, João Machado e Deoclécio Marques.

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